Inconstante
Não posso mais viver
Nessa eterna divisão
Transitando na constante tensão
É preferível voltar a sofrer.
Mas que desregrada pulsão!
Por que me faz morrer
E do prato nunca esquecer?
Que saudades da solidão...
Soluços...lágrimas contidas a beber
Afogando o maldito coração
Que ainda insiste em comandar.
Mas chego a uma triste conclusão:
- Mais vale a opção de escolher
Do que se orgulhar de jamais amar.

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